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FAVELA SÔNICA

Nordeste de Amaralina (Ba)

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Favela Sônica

Favela Sounds nasceu pra conectar estilos musicais genuinamente periféricos do Brasil. E o palco Favela Sônica é a prova de que as quebradas do país guardam as propostas de futuro da música brasileira. Aqui você vai ouvir pop, pagodão baiano, bregafunk e pisadinha. Quero ver você não dançar, viu?!

18/08 MC Mari (BA)

MC Mari nasceu e cresceu em Itabuna. Ligada à música desde os 10 anos, foi vocalista de forró e aos 23 anos assumiu de vez sua personalidade no funk. O primeiro hit nacional foi Xereca de Mel, gravada com Shevchenko & Elloco. Em parceria com Leo Santana e MC WS veio Senta Concentrada, que está nas playlists mais bombadas de 2021. Conhecida como a nova rainha do bregafunk, ela já acumula mais de meio bilhão de views no Youtube.

19/08 Enme (MA)

Cantora e compositora queer do Maranhão, Enme iniciou sua carreira em 2014 como produtora e DJ e lançou sua primeira faixa em 2017, se destacando na cena LGBT local. Em 2019, já muito ligada ao rap, Enme lançou o EP Pandú, que mescla batidas do pop, do rap e da música de favela brasileira aos ritmos tradicionais do Maranhão. Enme foi vencedora do Festival Sons da Rua 2019. Em 2020, a artista foi uma das estrelas do bloco Galo da Madrugada, a convite de Romero Ferro.

20/08 A Travestis (BA)

Nascida em Corrente (Piauí) e criada em Salvador, Tertuliana Lustosa mudou-se para o Rio em 2013 para fazer faculdade de História da Arte na UERJ, vivendo no morro do Vidigal. Já formada e de volta à Bahia, passou a vender doces na Praia da Barra, fazendo paródias do pagode baiano. Os brigadeiros garantiram renda para gravar singles e ganhar espaço no pagodão, cena protagonizada em maioria por homens cis na Bahia. O primeiro hit foi Murro na Costela do Viado, em 2019. De lá pra cá, A Travestis já gravou com Pabllo Vittar e Danny Bond.

21/08 Shevchenko E Elloco (PE)

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Com 10 anos de carreira, a dupla Shevchenko & Elloco é uma das pioneiras do bregafunk do Recife, estilo que hoje domina os charts do Brasil, pela mistura de elementos do funk com a estética do brega recifense. Acompanhados de bailarinos do passinho, conhecidos como A Tropa, a dupla apresenta este show especial para o Favela Sounds gravado diretamente da comunidade do Alto do Miramar, quebrada da dupla.

22/08  A Dama do Pagode (BA)

O pagodão baiano é o som que conecta as ruas de Salvador a todo o Estado e a todo o Brasil. Nos dois últimos anos, as mulheres tomaram os paredões de assalto, tornando-se a grande febre da cidade, neste estilo dominado por homens. Entre essas personagens, destaca-se Allana Sarah, A Dama do Pagode, revelação do carnaval 2020.  Ela apresenta uma revolução dentro do estilo, enquanto se projeta nacionalmente. Dona de sucessos como “Ai pai, pirraça” e “Só as talentosas”, Allana também é ícone da cena LGBT baiana.

 

Sobre o Nordeste de Amaralina (BA)

A produção criativa de Salvador bebe diretamente na fonte das periferias, já que um terço da cidade mora em favelas. Ao sul de Salvador está o Complexo Nordeste de Amaralina, comunidade com 80 mil habitantes e 203 hectares de área, um dos maiores bairros de Salvador. Com população majoritariamente jovem, o território é fundamental para a memória cultural baiana. A expressão musical dessa comunidade se fez pelos tambores dos terreiros e pelos ritmos de capoeira. Compositores como Silvio Almeida ("Vem Meu Amor", Olodum) e Toti Gíria ("O Canto dessa Cidade", Daniela Mercury), são frutos dos grupos de samba junino locais. O Nordeste de Amaralina é terra de Xexéu (Olodum/Timbalada), de Reizinho (Ilê Aiyê), do Grupo Quabales e do coletivo TrapFunk & Alívio, além de ter sido ponto clássico para as aulas de capoeira de Mestre Bimba.

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