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FAVELA TALKS

Jurunas (PA)

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Favela Talks

Favela Talks é o espaço de fala e troca do Favela Sounds. Por aqui, personalidades fundamentais para o desenvolvimento criativo brasileiro debatem afetos e oportunidades, criatividade e acessos, empreendedorismo e impacto social, diversidade, equidade e, claro, amor.

18/08

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Anielle Franco (RJ)

Pra falar de amor como ética coletiva, precisamos pensar em formas de combater o ódio. Por isso, nesta edição com tema A Vez do Amor, Favela Sounds tem a honra de receber a educadora, escritora, mestranda, mãe de meninas e irmã de Marielle, Anielle Franco. Ela manda o papo reto sobre fake news, solidariedade, democracia, representatividade e ainda nos conta como tem sido o desafio de estar à frente do Instituto Marielle Franco.

Luciana Adão (Oi Futuro) entrevista Leonardo Padura (Cuba)

Inegavelmente, em termos de criatividade Cuba é uma potência. Os cubanos têm vivido tempos turbulentos e presenciado constantes manifestações em favor de uma reabertura política. Tudo isso é assunto pra um dos mais aclamados talentos da literatura latino-americana, Leonardo Padura Fuentes. Aqui ele fala de pertencimento, literatura e identidade latino-americana, revolução, tecnologia e acesso, nesta entrevista conduzida por Luciana Adão, coordenadora de patrocínios do Oi Futuro.

19/08

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Mariana Regis entrevista Sonia Guajajara (MA)

Sonia Guajajara é uma das principais lideranças indígenas no país. Presença fundamental no Conselho de Direitos Humanos da ONU, no parlamento europeu e na Conferência Mundial do Clima, ela fala sobre desinformação, juventude indígena e a relação com o digital, e sobre como o mundo pode contribuir para conter as tragédias anunciadas na Amazônia sem interferir na soberania nacional.  A entrevista é conduzida por Mariana Régis (doutoranda em História pela UnB e apresentadora do Favela Sounds).

Labora apresenta: Guilherme Tavares entrevista Carla Siccos (CDD Acontece/RJ)

Se você mora na Cidade de Deus (RJ), provavelmente já ouviu falar (ou recebeu um zap) da Carla Siccos. Fundadora do canal de comunicação CDD Acontece, ela é uma referência em marketing e processos de divulgação em contextos periféricos. Neste talk, Carla fala sobre o papel do jornalismo comunitário, produção de conteúdo independente e estratégias de marketing focadas no público periférico. A entrevista é conduzida por Guilherme Tavares, um dos idealizadores do Favela Sounds.

20/08

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OSLO WORLD & FAVELA SOUNDS APRESENTAM DEIZE TIGRONA (RJ)

Deize Tigrona é patrimônio vivo do funk carioca. Uma das primeiras mulheres a cantar e fazer sucesso no estilo, também é grande responsável por sua internacionalização. Deize chegou aos ouvidos da rapper M.I.A. e do produtor Diplo, que a samplearam em Bucky Done Gun. Logo depois, a artista passa a colaborar com o DJ norte-americano, hoje grande responsável pelo sucesso de Anitta e outros nomes do pop. Juntos ao grupo luso-angolano Buraka Som Sistema, Deize e Diplo dominaram as pistas europeias em 2008. A voz de Deize precisa ser ouvida: ela é necessária para reflexões sobre trajetórias femininas no pop violência e em questões de saúde mental. 

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Pepita (RJ)

No dia de falar sobre Cores Vivas e diversidade, Favela Talks recebe Priscila Nogueira, popularmente conhecida como Pepita, uma das funkeiras mais conhecidas do Brasil. De Marechal Hermes, há mais ou menos seis anos ela apareceu dançando na web e viralizou. De lá pra cá, o mundo ficou pequeno. Funkeira das brabas, é inspiração para uma cena inteira de mulheres trans e travestis na música pop brasileira. Ela dá aula de representatividade LGBTQIAP+ e respeito, acima de tudo.

21/08

Maíra Brito (DF) entrevista Mãe Dora de Oyá (BA/DF)

Em tempos de falar de autocuidado e saúde mental, a jornalista, professora e doutoranda em Direitos Humanos Maíra Brito entrevista uma referência da comunidade de santo brasileira: Mãe Dora de Oyá. Ela nos dá dicas ancestrais sobre o cuidado mental através das plantas, recomendando cinco ervas medicinais fundamentais para o equilíbrio em tempos tão complicados quanto os atuais. Tá ansiosão? Vem ver essa aula! 

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Labora apresenta: Dudu de Morro Agudo (RJ), Praga caneta de Ouro (RJ) e Dennis Novaes (DF)

Desde o movimento Black Rio, nos anos 1970, o funk e o hip-hop se tornaram as principais expressões culturais dos jovens periféricos no Rio de Janeiro. Nesta mesa, o compositor de funk Praga Caneta de Ouro, o rapper e empreendedor social Dudu de Morro Agudo e o antropólogo Dennis Novaes conversam sobre a importância desses movimentos para a juventude periférica. Entenda como o rap e o funk podem ser grandes aliados em processos de educação, inclusão produtiva, participação e engajamento social.

22/08

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Bia Nogueira (MG)

Eleita profissional do ano pelo Prêmio SIM São Paulo de Música 2020, Bia Nogueira é uma multiartista mineira que, cansada de ver a reprodução de velhos padrões brancos nos ambientes de mercado da música independente, criou o primeiro ambiente de mercado de música voltado a artistas negros, o Festival IMuNe, assinado pelo coletivo homônimo, do qual Bia faz parte. IMuNe promete tornar-se uma vitrine de talentos da cultura preta mineira, além de promessa de rota para a música preta brasileira na retomada do presencial. Neste talk, Bia Nogueira fala de representatividade feminina e negra na música, e trata dos desafios do trabalho em coletivos artísticos. 

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Samantha Almeida (RJ/SP)

Uma das profissionais mais requeridas no mercado publicitário brasileiro atualmente, Samantha Almeida é diretora do Twitter Next Brasil, setor da tech americana ligado a estratégias para marcas. Nascida e criada na Rocinha/RJ, sua trajetória está ligada à diversidade e à proposição de uma publicidade inclusiva, que de fato represente a audiência. Samantha fala sobre a urgência da abertura do mercado às narrativas da diversidade. É uma honra contar com Samantha Almeida em nossa programação, podendo inspirar a juventude periférica a galgar bons espaços de fala e atuação profissional (e inspirar a sonhar também!).

Sobre o Jurunas (PA)

Foi à beira do rio Guamá que nasceu o Jurunas, hoje com mais de 65 mil habitantes. Sua história remete a 1800, com o aterramento de um igarapé afluente do Guamá, que deu origem às ruas que conectam o Jurunas a Belém. Território diverso, acolheu ribeirinhos, trabalhadores rurais e seus familiares vindos de pequenos povoados à capital do Pará, em busca de trabalho. Terra de Gaby Amarantos, Leona Vingativa, Nelsinho Rodrigues (do brega), Cleide Moraes (rainha da Saudade), Casa de Mestre Verequete (carimbó), e muitos outros talentos que vivem em comunidades próximas, como Keila Gentil. O bairro tem duas escolas de samba, sendo uma delas a maior campeã dos carnavais de Belém, o rancho Não Posso Me Amofiná, e das queimadas LGBT, uma tradição do local que prega o respeito à diversidade como sabedoria coletiva. 

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